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2 de março de 2009

E. Santo André x Palmelense F. C. B (9 – 2)

18.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 1/03/2009

Óptima manhã para praticar desporto; só foi pena ter sido num pelado muito rijo. Neste último jogo do Distrital participaram: Afonso, António, Benny, Cristiano, Dani, Diogo Silva, Fábio, João Madeira, João Ramos, Miguel Grazina, Nuno, Rafael Queimado, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Tiago Mendes, Tiago Moço e Vasco.
Jogámos novamente em GR-4-2-3-1, com o objectivo de “segurar” os três centrocampistas adversários por serem fortes, altos, rápidos e poderosos. O Estrela foi a equipa mais forte em todos os domínios do jogo e pressionou-nos bastante porque necessitava da vitória para se apurar para a segunda fase. Após termos sofrido o primeiro golo, reagimos bastante bem e empatámos em 20 segundos numa bonita jogada pelo corredor central com vários passes em progressão.

Todavia, logo a equipa adversária voltou a superiorizar-se e, num ápice, até ao intervalo, marcou mais cinco golos, quase todos em jogadas pelo corredor central, em que para além do mérito de quem os marcou, se verificou também muito demérito da nossa equipa; fomos demasiado macios e pouco agressivos defensivamente. Não fizemos qualquer remate nestes 35 minutos e praticamente não chegámos à área adversária (com excepção da jogada do golo).
Na segunda parte, com o mesmo sistema táctico mas com três novos jogadores e a troca de posição de outros dois, foi possível travar a avalanche ofensiva adversária e equilibrar um pouco mais o jogo. Conseguimos ter mais tempo a bola e efectuar melhores transições ofensivas. Sofremos três golos, um dos quais foi um auto-golo, mas fizemos três remates e conquistámos dois livres perto da área adversária e dois pontapés de canto. Na sequência de um destes viemos a marcar o segundo golo, que foi o último do jogo. Jogaram os 17 jogadores presentes (faltou um por doença). Foi evidente o desnível entre as duas equipas; em nenhum outro jogo deste campeonato foi tão relevante a diferença entre a constituição física dos jogadores. O Estrela mereceu ser apurado pelo campeonato regular que efectuou pois, a seguir aos Pelezinhos, pareceu-me ser a melhor equipa.
Deste modo, finalizámos o campeonato distrital com cinco vitórias, um empate e dez derrotas - 16 pontos. Os resultados obtidos foram melhores fora de casa (10 pontos) e na primeira volta (também 10 pontos). Nesta primeira parte da época, com seis meses de actividade regular, 73 treinos efectuados e 20 jogos (dos quais 4 particulares), participaram 32 jogadores, dos quais 28 estiveram presentes em jogos oficiais. Cinco dos nossos jogadores participaram também em vários treinos e jogos oficiais da equipa de Iniciados A que compete na 1.ª divisão distrital.

A segunda parte da época desportiva tem início no dia 3 de Março, com um jogo particular com a equipa de Infantis A do Vitória F. C.. No dia 29 de Março terá início o Torneio Complementar. Até lá procuraremos realizar mais um ou dois jogos particulares. O percurso formativo desta equipa e destes jogadores continua bem encaminhado, como o atesta a elevada percentagem de assiduidade aos treinos - 86 % - e uma média de presenças nos treinos de 27 elementos, no mês de Fevereiro.

O Treinador: Eduardo Pereira

23 de fevereiro de 2009

Palmelense F.C. B x C.C.D. Brejos de Azeitão (0–5)

17.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 22/02/2009

No penúltimo jogo deste campeonato participaram: Benny, Bruno Carajote, Cristiano Pé-Curto, Daniel Anselmo, Diogo Silva, Diogo Araújo, Fábio, João Madeira, João Ramos, João Rodrigues, Martim, Nuno, Pedro, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Rodrigo Ferreira, Tiago Mendes e Tiago Moço.
A equipa começou o jogo muito insegura e intranquila, designadamente no sector defensivo, o que nos levou a sofrer dois golos nos primeiros cinco minutos. Depois, estabilizou e acertou melhor as marcações individuais e os passes o que possibilitou libertar um pouco a pressão inicial dos adversários. À medida que se foram efectuando algumas substituições, a qualidade do nosso jogo foi melhorando e, consequentemente, fomos conseguindo realizar alguns ataques e chegar perto da área adversária, mas sem grande perigo. Durante o único minuto de compensação dado pela árbitra sofremos o terceiro golo. Só efectuámos três remates nestes 35 minutos.
No segundo tempo, após mais três substituições, mantivemos o mesmo sistema táctico (GR-4-2-3-1) e procurámos melhorar as marcações individuais, sobretudo ao segundo ponta-de-lança, o que conseguimos fazer relativamente bem recuando um dos médios defensivos. O jogo foi mais repartido pelos dois meios-campos e a equipa adversária teve menos oportunidades de golo (os dois golos sofridos resultaram de remates de fora da área). A nossa equipa conseguiu melhorar a qualidade dos passes, realizar melhores transições ofensivas e chegar com mais perigo à área e baliza adversárias, tendo ganho alguns livres e cantos. Nos últimos dez minutos alguns jogadores demonstraram alguma fadiga, mercê do esforço efectuado e do calor que já se fazia sentir (que no relvado sintético parece acentuar-se). Realce, pela negativa, para alguma dureza (desnecessária) de alguns jogadores adversários que foram admoestados, por três vezes, com o cartão amarelo. Merecíamos ter marcado, pelo menos, um golo, nos cinco remates realizados. Jogaram os 18 jogadores presentes.
Na próxima jornada, dia 1 de Março, conclui-se o campeonato com o jogo em Vila Nova de Santo André.

O Treinador: Eduardo Pereira

16 de fevereiro de 2009

Alcacerense x Palmelense F. C. B (1 – 0)

16.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 15/02/2009

Jogo disputado num óptimo relvado sintético num dia com sol, boa temperatura e condições para a prática do futebol. Neste jogo participaram: Afonso, António, Benny, Dani, Diogo Silva, Fábio, João Madeira, João Ramos, João Rodrigues, Martim, Miguel Grazina, Nuno, Pedro, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Tiago Mendes, Tiago Moço e Vasco.
Jogo com duas partes distintas e com duas estratégias e dois sistemas tácticos diferentes. Na primeira, apostámos numa estratégia com pendor mais defensivo, oferecendo o meio-campo ao adversário e apostando em ataques rápidos e contra-ataques. Jogámos em GR-4-2-3-1, com dois médios com características mais defensivas para garantir o adequado equilíbrio defensivo e a cobertura dos corredores laterais quando algum dos laterais subia. O Alcacerense dominou, teve mais tempo a posse da bola, rematou e efectuou alguns cruzamentos, mas as duas melhores oportunidades de golo foram nossas em dois dos cinco remates efectuados.
Para o segundo tempo, já com cinco novos jogadores em campo, a estratégia foi alterada. Procurámos defender em bloco mais à frente (cerca de 10 metros no meio-campo ofensivo) e, com isso, ganhar mais cedo a posse da bola e iniciar os ataques mais próximo da área adversária, tendo consciência dos riscos que correríamos por darmos mais espaço nas costas da nossa defesa. Adoptámos o sistema de GR-4-4-2 para pressionarmos mais os defesas centrais adversários e baralharmos a estrutura defensiva contrária. Em consequência disto, passámos a dominar o jogo, a ter mais tempo a posse da bola e a realizar melhores transições ofensivas, em resultado de uma mais eficaz circulação da bola. Todavia, num rápido contra-ataque adversário, logo aos 6 minutos, ficámos desequilibrados no corredor esquerdo e permitimos um 2 x 1 que resultou num remate forte e bem colocado do melhor avançado do Alcacerense que originou o único golo do jogo. A nossa equipa manteve a sua toada marcadamente ofensiva, que se acentuou com o decorrer do jogo e só não fomos eficazes na finalização pois tivemos três claras oportunidades de golo. Ao invés, o nosso guardião não efectuou qualquer defesa.


Infelizmente, viemos a constatar por parte da equipa adversária várias atitudes e comportamentos anti-desportivos, quer de excessiva demora na reposição da bola em jogo, quer em “esquecer-se” propositadamente de recolocar no campo bolas perdidas na pista de atletismo quer ainda, por ser mais grave, em condutas físicas e orais provocatórias e a “roçar” a violência, com o intuito de enervar os nossos jogadores e procurar ganhar o jogo “a qualquer custo”. Por estes factos sugeri à equipa de arbitragem, no final do jogo, que estas não devem “beneficiar os infractores”, ou seja, dar apenas quatro minutos de compensação para tanto tempo perdido propositadamente, origina a que os “infractores” continuem a “pecar” e a reincidir nestes tipos de comportamentos que tão mal fazem ao futebol. Neste segundo tempo rematámos por oito vezes, e só não ganhámos por não termos conseguido concretizar algumas das boas oportunidades construídas. Jogaram os 18 jogadores presentes.
O resultado é injusto (tal como havia sido o mesmo resultado na primeira volta). Mas aprendemos. O próximo jogo será em 22 de Fevereiro, em Quinta do Anjo, com o Brejos de Azeitão, para a 17.ª jornada (penúltima deste campeonato).
O Treinador: Eduardo Pereira

25 de janeiro de 2009

Palmelense F. C. B x União Sport S. Cacém (0 – 9)

15.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 25/01/2009

No primeiro jogo em casa em 2009 participaram: Afonso, Bruno Carajote, Bruno Madaleno, Diogo Araújo, Fábio, João Madeira, João Ramos, João Rodrigues, Martim, Miguel Grazina, Nuno, Pedro, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Rodrigo Ferreira, Tiago Mendes, Tiago Moço e Vasco.
Num dia em que três dos nossos jogadores participaram activamente e de forma muito positiva num jogo da equipa A, estreámos mais dois novos jogadores na nossa equipa: o João Madeira e o João Rodrigues, esperando que sejam felizes no Palmelense e que tenham uma longa carreira desportiva.
Voltámos a jogar no sistema GR-4-4-2 com o objectivo de travar o poderoso meio-campo adversário. Todavia, não o conseguimos realizar com a qualidade de outros jogos, o que resultou em várias situações de superioridade no meio campo e diversas jogadas perigosas pelos corredores laterais por parte do União. Os três golos foram bastante consentidos por toda a equipa e, ofensivamente, fomos pouco consistentes e agressivos pois raramente conseguimos chegar com perigo à área adversária, o que se traduziu em apenas dois remates.
Na segunda parte mantivémos o mesmo sistema táctico, mas entraram três novos jogadores e dois mudaram de posição para tentar dar mais segurança aos sectores intermediário e defensivo. Contudo, a jogar contra o vento, tivemos bastantes dificuldades em ultrapassar a linha do meio-campo e, quando o conseguimos, foi mais em resultado de iniciativas individuais do que de jogadas colectivas. A equipa adversária colocou sempre muitos jogadores no terço ofensivo porque continuou a superiorizar-se no meio-campo e a pressionar perto da nossa área, o que resultou na marcação de vários golos, a maior parte deles na sequência de jogadas bem construídas, mas também de alguns ressaltos conseguidos já dentro da área onde a nossa inoperância e falta de agressividade foi bastante evidente. Só conseguimos efectuar dois remates o que expressa as nossas dificuldades em chegar à baliza adversária. Apesar da derrota expressiva, é necessário continuar consciente de que o nosso caminho formativo está a ser bem estruturado e desenvolvido, de que são bons exemplos a titularidade de três jogadores na equipa de Iniciados A e de termos 28 jogadores que já representaram a nossa equipa nos 13 jogos oficiais disputados esta época. Jogaram os 18 jogadores presentes.
Na próxima jornada, dia 8 de Fevereiro, iremos visitar o Alcacerense.
O Treinador: Eduardo Pereira

19 de janeiro de 2009

Grândolafoot x Palmelense F. C. B (1 – 4)

Entrada em campo após percorrer o túnel de acesso ao relvado

14.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 18/01/2009

Jogo disputado num óptimo relvado sintético num dia com boas condições para a prática do futebol. Neste jogo participaram: Afonso, António, Benny, Dani, Fábio, João Ramos, Luís Gaspar, Martim, Miguel Gonçalves, Miguel Grazina, Nuno, Pedro, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Rodrigo Pereira, Tiago Mendes, Tiago Moço e Vasco.



Neste jogo verificou-se mais uma estreia pela nossa equipa: a do Nuno Raminhos, que é o 26.º jogador a jogar oficialmente esta época.

Para defrontar o penúltimo classificado a equipa apresentou uma estratégia com pendor mais ofensivo, consciente dos riscos. Jogámos em GR-4-4-2, com os médios em losango, para tentar obter superioridade no meio-campo em virtude de uma maior concentração de jogadores; quando de posse da bola, organizámo-nos com um trio de atacantes com mobilidade, soltando o médio ofensivo, procurando progredir no terreno com a bola controlada e com passes curtos apostando, sempre que possível, em jogadas de 2 x 2 e 1 x 1. A linha defensiva posicionou-se mais adiantada do que noutros jogos, com o intuito de se tentar recuperar a posse da bola mais cedo e mais perto da área adversária. Após algum predomínio inicial do Grândolafoot, a nossa equipa conseguiu acertar e melhorar as marcações no meio-campo e, com isso, tornar mais difícil a progressão dos adversários. Consequentemente, passámos a conseguir colocar em prática a estratégia inicial e chegar mais vezes e com mais perigo próximo da área adversária. Marcámos o primeiro golo num cabeceamento após um pontapé de canto e jogámos mais tempo no meio-campo adversário; mas também permitimos alguns contra-ataques e ataques rápidos por não realizarmos adequadamente o equilíbrio defensivo; houve, pelo menos, três situações de 3 x 4 e 4 x 4 no nosso meio-campo, porque os nossos médios se adiantaram demasiado; numa destas situações cometemos um livre à entrada da área que originou o golo adversário e que nos levou para o intervalo com um empate a uma bola. Nestes primeiros trinta e cinco minutos efectuámos apenas cinco remates.

A maioria do público era da nossa equipa e aplaudiu-nos bastante

Para a segunda parte, efectuámos quatro substituições e uma alteração na posição de um jogador com o objectivo de reforçar o domínio no meio-campo e de garantir mais eficácia na defesa dos possíveis contra-ataques adversários, pois a intenção foi a de pressionar mais os jogadores mais recuados da equipa adversária e ganhar ainda mais rapidamente e mais à frente a posse da bola. Conseguimos obter dois golos na primeira metade mercê da boa qualidade do nosso jogo e garantir que o nosso guarda-redes não fosse incomodado. Quando entraram os últimos três jogadores ainda conseguimos melhorar, marcar o quarto golo e desperdiçar mais dois livres à entrada da área - neste jogo conquistámos seis livres directos à entrada da área, mas só um resultou em golo. Neste segundo tempo apenas rematámos por quatro vezes, mas todos com perigo. Jogaram os 18 jogadores presentes.
O resultado é justo e evidencia a nossa superioridade que foi mais clara na segunda parte. O próximo jogo será em 25 de Janeiro, em Quinta do Anjo, com o União Sport de Santiago do Cacém, para a 15.ª jornada.

O Treinador: Eduardo Pereira

4 de janeiro de 2009

1.º de Maio de Setúbal x Palmelense F. C. B (3 – 2)

12.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 04/01/2009

Após duas semanas de férias e a entrada no novo ano, disputámos mais um jogo do Distrital da 2.ª Divisão, num pelado em razoável estado atendendo à elevada pluviosidade verificada nos últimos dias. Neste primeiro jogo de 2009 participaram: Afonso, Bruno Carajote, Cristiano, Dani, Diogo Silva, Fábio, João Ramos, Luís Gaspar, Miguel Gonçalves, Miguel Grazina, Pedro, Rafael Queimado, Ricardo Ferreira, Rodrigo Ferreira, Rodrigo Pereira, Tiago Mendes, Tiago Moço e Vasco.
Neste jogo assinalou-se a participação do Tiago Mendes pela primeira vez no nosso Clube, o 25.º jogador a jogar oficialmente pela nossa equipa esta época.

Após treze dias de férias e apenas um treino efectuado era de esperar que o ritmo e velocidade do nosso jogo e, consequentemente, a respectiva qualidade, fossem menores do que nos últimos jogos de 2008. A pensar nestes aspectos mas também nas mesmas dificuldades para a equipa adversária, a estratégia definida inicialmente apontou para uma primeira parte de maior contenção e menor pendor ofensivo para que ocorresse um menor desgaste e para uma maior aposta no ataque organizado na segunda parte. Com efeito, assim veio a suceder só que não contávamos estar a perder por dois a zero aos quinze minutos de jogo, em resultado do domínio do meio-campo e maior pressão ofensiva exercidos pelo 1.º de Maio. Ainda assim, nos últimos dez minutos do primeiro tempo, mercê de duas substituições efectuadas, foi possível reduzir o marcador e quase empatar como consequência do equilíbrio que conseguimos no sector intermediário, com o maior número de bolas ganhas e a saída para ataques organizados.
Para o segundo tempo, após mais duas alterações e uma troca de posição de dois jogadores, procurámos arriscar e abrir mais o jogo para os corredores laterais com a colocação de dois extremos, para tentar criar mais situações de perigo junto da área adversária. Estimulámos a subida da equipa e arriscámos várias vezes com a defesa em linha, o que nos deu bons resultados. Todavia, em termos de finalização, fomos inoperantes pois apenas rematámos por 6 vezes (mais uma vez do que nos primeiros 35 minutos). A equipa adversária conseguiu efectuar alguns contra-ataques com perigo tendo-se adiantado no marcador numa destas jogadas. Ainda assim, a equipa deu boa resposta, chegou ao 3 a 2 e, por pouco, quase empatou já perto do apito final, num remate defendido que veio a bater no poste e em que falhámos duas recargas. Jogaram os 18 jogadores presentes.
O resultado aceita-se porque o 1.º de Maio dominou mais tempo o jogo e teve mais oportunidades de golo.
O próximo jogo será em 18 de Janeiro, em Grândola, com o Grândolafoot, para a 14.ª jornada.

O Treinador: Eduardo Pereira

15 de dezembro de 2008

Ermidense x Palmelense F. C. B (0 – 3)

11.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 14/12/2008

Jogo num pelado enlameado e sob alguma chuva em que participaram os seguintes jogadores: Afonso, Cristiano, Dani, Diogo Araújo, Diogo Silva, Fábio, João Ramos, Luís Gaspar, Martim, Miguel Gonçalves, Miguel Grazina, Pedro, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Rodrigo Pereira, Tiago Moço e Vasco.
Apesar de defrontarmos o último classificado, que ainda não havia pontuado, a estratégia e o sistema táctico foram semelhantes ao do último jogo com o primeiro classificado, porque jogávamos num campo em mau estado, porque tivemos dificuldades em ultrapassar, com êxito, a defesa adversária no jogo da primeira volta e, sobretudo, porque é necessário incutir nos jogadores a atitude mental de que todos os jogos são, à partida, difíceis, que é necessário ter uma atitude e concentração elevadas em todos os jogos e que são os jogadores e a acção colectiva que tornam os jogos menos difíceis.
Na primeira parte, como jogámos com o vento a favor, o jogo só teve um sentido, o da baliza do Ermidense. Várias vezes sucedeu haver 21 jogadores nos últimos 40 metros do campo, atendendo a que a equipa adversária colocou todos os seus jogadores atrás do círculo central e dificilmente conseguiu sair de lá com a bola controlada. Contudo, em algumas situações, a nossa equipa não garantiu o equilíbrio defensivo, tal foi a tendência dos nossos defesas em subirem no terreno de jogo. Por estes factos, naturalmente, parte da estratégia inicial não pôde ser cumprida. Pressionámos bastante, construímos inúmeras boas jogadas e rematámos por 17 vezes sem êxito; todavia, só marcámos um golo.
Para o segundo tempo efectuaram-se algumas substituições e uma troca de posição de um jogador com o objectivo de criarmos mais oportunidades de golo na sequência de jogadas de 1 x 1. “Incentivámos” a equipa adversária a subir mais vezes no terreno de jogo, também porque jogava a favor do vento e, com isso, tentarmos ganhar mais espaço nas costas da sua estrutura defensiva. Rematámos menos vezes, 13, mas com mais perigo. Só concretizámos por mais duas vezes, já nos últimos dez minutos. Poderíamos ter goleado, não fora as duas bolas nos postes e as falhas na finalização dentro da área. Em todo o jogo, os nossos guarda-redes apenas efectuaram duas defesas e, mais uma vez, mantiveram a nossa baliza inviolável. Jogaram os 17 jogadores presentes. Deste modo, terminaremos o ano de 2008 no próximo domingo, dia 21, com a nossa Festa de Natal, depois de realizados 50 treinos, 10 jogos oficiais (com 4 vitórias, 1 empate e 5 derrotas, 11 golos marcados e 17 sofridos, o que nos confere, provisoriamente, o 5.º lugar) e 5 jogos particulares.
O próximo jogo será em 4 de Janeiro de 2009, em Setúbal, com o 1.º de Maio, para a 12.ª jornada.

O Treinador: Eduardo Pereira

7 de dezembro de 2008

Palmelense F. C. B x Pelezinhos (0 – 1)

10.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 07/12/2008

Iniciámos a segunda volta com a recepção ao líder. Participaram: Afonso, António, Benny, Bruno Carajote, Cristiano, Dani, Diogo Silva, Fábio, João Ramos, Luís Gaspar, Miguel Gonçalves, Miguel Grazina, Pedro, Rafael Queimado, Ricardo Ferreira, Rodrigo Pereira, Tiago Moço e Vasco.


Voltámos a experimentar uma nova estratégia atendendo ao poderio do adversário (oito vitórias em oito jogos, várias goleadas e um nível técnico-táctico claramente superior às restantes equipas), que se traduziu no GR-4-4-2 com os dois avançados “abertos” a procurarem “prender” os defesas laterais e o reforço do meio-campo com quatro jogadores em oposição ao forte trio adversário. Esta estratégia e sistema táctico vieram a revelar-se adequados porque na maior parte do jogo, sobretudo nos primeiros três quartos, a equipa adversária teve dificuldades em ultrapassar a nossa organização defensiva, apesar de ter tido algumas oportunidades de golo não concretizadas, umas vezes por demérito dos seus rematadores e outras por mérito dos nossos defensores, em especial do guarda-redes. No primeiro tempo, apesar de termos sofrido o golo aos 4 minutos, a equipa manteve-se unida. Em termos ofensivos, chegámos poucas vezes com perigo à área e baliza adversárias e apenas rematámos por três vezes. Conseguimos sair do terço defensivo razoavelmente bem e transportar a bola para o segundo terço, só que na maioria das vezes não conseguimos entrar com a bola conduzida no terço ofensivo.

Na segunda parte mantivémos o mesmo sistema táctico, mas com três novos jogadores, que reforçaram o meio-campo. Os Pelezinhos também refrescaram a equipa e procuraram dar mais velocidade ao jogo e empurrar-nos para mais próximo da nossa baliza. Criaram mais oportunidades de golo, conquistaram mais cantos e enviaram por três vezes a bola à barra, para além dos vários remates defendidos pelo nosso guarda-redes. Esta postura mais ofensiva deu-nos também um pouco mais de espaço para contra-atacar e, por isso, conseguimos chegar mais vezes ao terço ofensivo, ganhar alguns cantos e, consequentemente, rematar mais vezes – 7 – o último dos quais já no tempo de compensação que nos daria o empate que seria, de todo, injusto atendendo à superioridade da equipa adversária. De qualquer modo, foi um jogo bem disputado, de grande empenho e luta, atendendo ao estado pesado do relvado mas nem sempre bem jogado, em termos ofensivos, pela nossa equipa. Os centrocampistas não estiveram tão bem nos segundos 35 minutos. Não participaram no jogo três dos 18 jogadores convocados. O próximo jogo e último de 2008 será em Ermidas, no dia 14 de Dezembro.
O Treinador: Eduardo Pereira

1 de dezembro de 2008

Palmelense F. C. B x Ermidense (1 – 0)

2.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 30/11/2008

Finalizámos a primeira volta do campeonato vencendo merecidamente o Ermidense, num jogo que contou com a participação do Afonso, António, Benny, Bruno Santos, Dani, Diogo Araújo, Diogo Silva, Fábio, João Ramos, Luís Gaspar, Martim, Miguel Gonçalves, Pedro, Ricardo Ferreira, Rodrigo Pereira, Tiago Moço e Vasco.
Este jogo teve várias particularidades. Na véspera dois jogadores adoeceram o que motivou a convocatória extraordinária de outro jogador. No dia, um dos jogadores apresentou-se com dores num pé e um outro chegou bastante atrasado. Mas também houve aspectos positivos: o Tiago Moço jogou como titular na baliza pela primeira vez e o João Ramos foi o 24.º jogador a estrear-se em jogos oficiais esta época (regressou recentemente aos treinos após prolongada lesão).
Contrariamente aos últimos jogos, para este experimentámos um novo sistema táctico, atendendo à estratégia definida. O adversário estava em último lugar na classificação e só tinha derrotas pelo que a nossa postura foi de maior risco e de maior adiantamento no campo, com o objectivo de ganhar a posse da bola mais cedo e de iniciarmos o ataque mais próximo da baliza adversária; daí o GR–4–4–2 com os quatro médios em losango, deixando os corredores laterais mais livres para a progressão dos defesas. O modo como os jogadores e a equipa interpretaram as orientações foi razoavelmente cumprido; todavia, como tivemos menos espaço do que o habitual e a equipa adversária tinha maior concentração defensiva, as várias situações de algum perigo construídas, pouco inquietaram o guarda-redes contrário, que defendeu três dos nossos seis remates na primeira parte. Defensivamente estivemos bem pois raramente o Ermidense conseguiu chegar com perigo perto da nossa área mas, ainda assim, teve uma oportunidade de golo.
Na segunda etapa, apesar de termos mantido o mesmo sistema táctico, ainda que com alguns intérpretes diferentes, mudámos ligeiramente a estratégia, ou seja, recuámos mais no campo de modo a darmos mais vezes a iniciativa ao adversário e obrigá-lo a subir no terreno; deste modo, conseguimos ganhar mais espaço para progredir nas costas dos defesas e, assim, criar mais oportunidades de remate e de golo. Conquistámos mais cantos, realizámos mais remates, oito, e ganhámos dois livres junto à área, em que no primeiro (frontal à baliza) o guarda-redes fez uma espantosa defesa para canto e no segundo (lateral à área) na sequência de um remate de cabeça novamente defendido, efectuámos a recarga com êxito. Depois deste merecido golo, continuámos a dominar o jogo e tivemos ainda mais três claras oportunidades de golo. O nosso guarda-redes praticamente só jogou com o pé, o que revela a qualidade do nosso jogo defensivo com boas entreajudas e compensações, quer no corredor central quer, especialmente, nos corredores laterais.
Foi o nosso segundo jogo sem sofrer qualquer golo e a nossa terceira vitória no campeonato, todas pela margem mínima. Terminamos a primeira volta com dez pontos em oito jogos o que nos confere o sexto lugar na classificação geral.
Não participaram no jogo dois dos 17 jogadores convocados. O próximo jogo será em Palmela, com os Pelezinhos (líder do campeonato só com vitórias), no dia 7 de Dezembro, para início da segunda volta.

O Treinador: Eduardo Pereira

23 de novembro de 2008

Palmelense F. C. B x E. Santo André (1 – 2)

9.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 23/11/2008

Última jornada da primeira volta (mas não o último jogo) e primeiro jogo oficial realizado no nosso relvado em que participaram: António, Benny, Bruno Carajote, Cristiano, Dani, Diogo Araújo, Diogo Silva, Fábio, Luís Gaspar, Martim, Miguel Gonçalves, Miguel Grazina, Pedro, Rafael Queimado, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Rodrigo Pereira e Tiago Moço.

A estratégia e a táctica adoptadas foram semelhantes ao do último jogo que tão bons resultados teve, ou seja, jogámos em 4 – 3 – 3, com dois extremos abertos a fecharem os corredores laterais, em termos defensivos e a apoiarem o avançado-centro quando de posse da bola. A concentração defensiva no corredor central e as boas entreajudas e compensações funcionaram bem na primeira parte, possibilitando alguns bons contra-ataques e ataques rápidos (mas não tantos como seria desejável e possível), um dos quais veio a resultar no nosso único golo. O nosso guarda-redes poucas defesas efectuou e o adversário não teve, praticamente, qualquer oportunidade de golo. Só realizámos três remates, apesar de termos conquistado alguns cantos e de termos efectuado um número razoável de ataques.
No segundo tempo, a equipa adversária foi claramente superior, empurrou-nos muito para junto da nossa grande área, remataram mais vezes e com mais perigo e o nosso guarda-redes teve de intervir mais amíude. Não espantou, por isso, que sofrêssemos dois golos na sequência de jogadas de bola corrida onde foi evidente a superior qualidade de alguns dos jogadores adversários (mas também alguma falta de agressividade defensiva de alguns dos nossos jogadores). Não conseguimos efectuar tantos ataques nem ataques rápidos como na primeira parte, porque tivemos dificuldade em sair da nossa defesa com a bola controlada e com jogo apoiado de modo a que a equipa subisse com os sectores mais próximos; a linha de defesa esteve também demasiado recuada.
De qualquer modo, procurámos sempre reagir e já perto do final do jogo efectuámos um cabeceamento ao poste na sequência de um canto, que foi, apenas, o nosso segundo remate nestes 35 minutos. Aceita-se a vitória do E. de Santo André, designadamente pelo pendor ofensivo e pelas oportunidades criadas na segunda parte.
Não participaram no jogo dois dos 18 jogadores convocados (também porque tinham jogado na véspera). O próximo jogo será em Quinta do Anjo, com o Ermidense, no dia 30 de Novembro, para cumprimento da 2.ª jornada e encerramento da primeira volta desta Série C.

O Treinador: Eduardo Pereira

16 de novembro de 2008

Brejos de Azeitão x PALMELENSE F. C. B (0 – 1)

8.ª jornada do Campeonato Distrital de Iniciados da 2.ª Divisão – 16/11/2008

Jogo com o segundo classificado num pelado em razoável estado em que participaram os seguintes jogadores: Benny, Bruno Carajote, Bruno Madaleno, Dani, Diogo Araújo, Diogo Silva, Fábio, Luís Gaspar, Martim, Miguel Gonçalves, Pedro, Rafael Queimado, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Rodrigo Ferreira e Tiago Moço.

Neste jogo estreou-se mais um jogador na nossa equipa em jogos oficiais, o Tiago Moço, que é o nosso segundo guarda-redes inscrito. Muitas felicidades para a sua carreira desportiva.
Infelizmente, apenas conseguimos convocar 16 jogadores para este jogo e no aquecimento o Dani não se sentiu com condições para jogar devido a dores num pé, pelo que apenas tivemos quatro suplentes. Esta situação obrigou à entrada de um novo jogador e à realização de alterações nas posições de dois jogadores a 15 minutos do início do encontro.Apostámos no reforço do meio-campo para jogar, sempre que possível, em superioridade numérica o que veio a suceder várias vezes devido ao excelente desempenho colectivo, em particular dos médios que realizaram boas entreajudas e compensações e uma boa leitura do jogo. Defensivamente, raramente os adversários conseguiram espaço para rematar e das poucas vezes que obtiveram vantagem, nunca souberam ultrapassar o nosso guardião que esteve quase sempre bem colocado. O nosso libero soube também, mercê de uma excelente leitura do jogo e capacidade de antecipação, evitar vários ataques adversários e dobrar os colegas que, pontualmente, foram ultrapassados. Em termos ofensivos, nunca conseguimos ter muito tempo a bola em nosso poder, pelo que privilegiámos os ataques rápidos e os contra-ataques explorando a velocidade e as desmarcações do nosso avançado-centro. Assim, nos primeiros 35 minutos efectuámos 8 remates, dos quais dois foram para golo.

No segundo tempo a equipa adversária pressionou-nos mais e empurrou-nos um pouco mais para trás, pelo que tivemos mais dificuldades em sair para o ataque com a bola controlada. Todavia, sempre que o conseguimos ou controlámos a bola próximo do meio-campo, os adversários davam-nos pouco espaço e, em várias situações, fizeram faltas que nos possibilitou colocar a bola junto da área e ganhar alguns cantos. Não conseguimos rematar tanto como na primeira parte; apenas o fizemos por três vezes e só uma com perigo. Conseguimos chegar ao golo na marcação de uma grande penalidade a cerca de 5 minutos do fim do jogo. Nos 4 minutos de compensação e já com o Tiago na baliza, o adversário dispôs de duas boas oportunidades para marcar, tendo uma sido anulada pelo nosso estreante. Participaram os 15 jogadores disponíveis. O resultado aceita-se porque as melhores oportunidades de golo foram nossas. Foi o nosso primeiro jogo oficial da época em que não sofremos qualquer golo.
O próximo jogo será em Palmela no dia 23 de Novembro, para a 9.ª jornada; jogaremos pela primeira vez no nosso relvado, com o Estrela de Santo André.
O Treinador: Eduardo Pereira