O treinador
Faisal Aboobakar
Este é um espaço previlegiado para comunicarmos convosco, onde iremos informando das nossas iniciativas e actividades, mas porque o queremos interactivo, deixamo-vos aqui um desafio: Façam deste um vosso espaço, enviem-nos as vossas fotos, os vossos textos e desabafos. O jogo, o treino, o encontro, o cão ou o gato cabem aqui! Aquela história do "frango" do Miguel (desculpa lá tu!) ou o Golaço do Tiago!, Tudo aqui é Bem-Vindo, assim como Tu!
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A.D.Q.C. - Palmelense from João Torres on Vimeo.

Participaram neste jogo os seguintes 18 jogadores (o Cristiano, apesar de se ter equipado, não chegou a jogar por estar indisposto; por opção do treinador o Pedro e o Valter também não jogaram): Afonso, Cristiano, Dani, Gustavo, João Madeira, João Morais, João Ramos, Luís Gaspar, Martim, Nuno, Pedro, Ricardo Ferreira, Rodrigo Pereira, Ruben, Tiago Mendes, Tiago Moço, Valter e Vasco..jpg)
Foi com tempo de trovoada, aguaceiros fortes e vento lateral que disputámos esta manhã o nosso jogo num bom relvado sintético. Ao quinto jogo em 2010 conseguimos vencer (após dois empates e duas derrotas). Atendendo às características deste campo – mais estreito – e porque iniciámos recentemente a prática de um novo sistema tático nos treinos, jogámos em GR-3-5-2 com o objectivo de proporcionar aos nossos jogadores novas experiências e práticas do jogo. Apesar desta primeira vez não ter corrido tão bem quanto desejaria, antevejo melhor sucesso em próximas ocasiões visto que a maior parte dos jogadores já tem suficiente maturidade técnico-tática para o interpretar. Na primeira parte, com o vento a empurrar-nos pelas costas, estivemos muito tempo a jogar no meio-campo adversário conquistando inúmeros cantos, efetuando 6 remates e dispondo de três oportunidades de golo (um remate ao poste e dois defendidos sobre a linha de baliza). Ao invés, a equipa adversária pouco nos apoquentou pois o seu jogo assentou, sobretudo, em bolas compridas para os três dianteiros que não souberam ultrapassar a nossa bem organizada linha defensiva.
Na segunda parte, com dois novos jogadores e melhoria das condições climatéricas, o jogo foi mais disputado e a A. D. Quinta do Conde chegou mais vezes próximo da nossa área mas sem grande perigo pois a nossa eficaz defesa em linha colocou os jogadores adversários muitas vezes em fora-de-jogo. O nosso meio-campo conseguiu ter mais tempo a bola no pé e, a partir daí, organizar melhores jogadas de ataque tendo sido numa destas que abrimos o marcador com uma bonita jogada pelo corredor direito culminada com um bom cruzamento e finalização junto à marca do penalti. Apesar de só termos rematado por cinco vezes conquistámos vários pontapés de canto e rondámos a baliza adversária, com algum perigo, por algumas ocasiões. Já durante os seis minutos de compensação concretizámos, justamente, o nosso segundo golo na sequência de um passe longo que originou um isolamento e um “chapéu” ao guarda-redes adversário.
Em resumo, resultado certo a favor da melhor equipa e da que procurou jogar futebol com mais qualidade. Destaque pela positiva para a defesa em linha (geralmente apenas com 3 ou 4 jogadores) e para a segurança no setor defensivo. Menos bem estiveram as transições defensivas e alguns jogadores em sub-rendimento técnico-tático.
Avaliação colectiva: Rendimento técnico-táctico: 3,7 (1-5); Rendimento físico: 3,7 (1-5); Disciplina e Espírito Desportivo: 7,9 (1-10); Média da equipa: 15,3; Melhor jogador: João Morais.
No próximo domingo, dia 28, receberemos em Quinta do Anjo, às 15 horas, o Seixal F. C.
O Treinador: Eduardo Pereira


PALMELENSE FC 1 x 7 BARREIRENSE
Na recepção ao líder do campeonato, sem derrotas até ao momento, participaram os seguintes jogadores: Jorge Osório, Ruben Moreira, Nelson Nunes, Carlos Costa, João Petinga, Rafael Rocha, Rodrigo Constantino, Gonçalo Marinheiro, Adriana Baguinho, Bernardo Cruz e Georgiy Chernobay.
Num jogo excelente para avaliar os processos consolidados e os que são prioritários colmatar a curto prazo...
O resultado demonstra apenas o que teoricamente já se sabia à partida, Barreirense com uma equipa forte (selectividade x inclusividade) e com uma qualidade técnica individual superior. Mas não demonstra a forma como disputámos o jogo...
Sofremos um golo quase que ao mesmo tempo que o apito inicial, por falha na execução da bola de saída. E a partir daí reagimos de forma muito positiva. Conseguimos empatar aos 6 min, através de grande penalidade (Rafael) e realizámos uma excelente primeira parte com transições bem apoiadas, com muita posse de bola e com muitos ataques, uns sem a melhor concretização, duas excelentes intervenções do guarda-redes adversário e outros onde faltou “apenas” acerto no último passe. Do ponto de vista defensivo, equipa adversária muito forte e que soube aproveitar dois momentos em que concedemos espaços (21 e 27min). Fomos para o intervalo a perder 3 a 1, mas com uma das melhores partes que realizámos este ano.
Na segunda parte, como era de esperar, após um tremendo esforço para contrariar a qualidade técnica e a capacidade física do adversário, não nos conseguimos manter concentrados e quebrámos fisicamente. Apesar disso, a estratégia não alterou, o objectivo foi sempre o de disputar o jogo e de tentar chegar à baliza adversária. Registaram-se algumas jogadas bem elaboradas, embora em menor quantidade do que na primeira parte. A pouco e pouco fomos perdendo velocidade na recuperação defensiva, concedendo cada vez mais espaços entre os sectores, período no qual sofremos 3 golos (49, 50 e 53min).
Sofremos 7 golos, poderíamos ter-nos limitado a defender, abdicando de atacar, e certamente conseguiríamos perder por uma diferença menor. No entanto, e contra a opinião de muitos, certamente, não é essa a ideia que tenho para a evolução da nossa equipa. Se conseguimos realizar tantas jogadas e de tão boa qualidade com o Barreirense, certamente demos mais um passo nesta longa etapa de formação. Demonstraram vontade em jogar, demonstraram um bom entendimento colectivo (técnico-táctico) e cumpriram a estratégia montada ao longo da semana. Aprendemos muito com este jogo, saindo mais fortes e com novas alternativas para os jogos que se avizinham. E também com uma certeza, neste momento só a estabilidade e tranquilidade do grupo permitirão a nossa superação como equipa.
“Vale mais querer ajudar do que poder ajudar”.
O Treinador dos Infantis B,
Ricardo Lopes
ESCOLAS B
(JOGO TREINO - vs PLAYHOUSE)
À tarde, deslocámo-nos ao terreno do Playhouse, para realizar um jogo treino com a equipa de Escolas B. Neste encontro participaram os seguintes atletas: