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Participaram neste jogo os seguintes 18 elementos: Afonso, António, Bruno, Dani, João Madeira, João Morais, João Ramos, João Rodrigues, Gaspar, Martim, Nuno, Pedro, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Rodrigo Pereira, Tiago Martins, Tiago Mendes e Tiago Moço.
Num bonito dia de Primavera e num excelente relvado sintético estavam reunidas boas condições para a prática desportiva no Dia da Liberdade. Até final do campeonato (ficam a faltar quatro jogos) a equipa irá praticar um novo sistema tático - GR-4-1-3-2 - com o objetivo de proporcionar mais algumas novas experiências coletivas e individuais atendendo a que o essencial desta época desportiva está cumprido e esta etapa final de dois meses para despedida do escalão de Iniciados visa preparar o melhor possível os jogadores para a entrada no escalão de Juvenis já a partir do próximo mês de Setembro. Na primeira parte os nossos médios não foram suficientemente pressionantes para impedir a colocação de duas bolas nas costas do defesa esquerdo que possibilitaram o isolamento de um jogador adversário e fácil concretização em frente ao nosso guarda-redes. Todavia, a equipa soube reagir, efetuou-se uma substituição e uma alteração no posicionamento de um jogador e marcou um golo (já antes havia rematado por duas vezes à barra e voltaria a fazê-lo antes do intervalo). A defesa melhorou ligeiramente o seu rendimento mas estivemos em vias de sofrer mais um ou dois golos neste período em que efetuámos 3 remates.
Ao intervalo efetuámos duas substituições (já haviam entrado dois jogadores na primeira parte) com vista a garantir maior segurança defensiva, por um lado, e a tentar realizar melhores transições ofensivas para se chegar com mais jogadores ao terço ofensivo. Infelizmente baixámos o rendimento em termos atacantes também por mérito da equipa adversária que abusou, um pouco, da agressividade e do anti-jogo (três cartões amarelos e um aviso de “quase” expulsão). Em termos defensivos melhorámos ligeiramente mas não o suficiente para fazer face ao melhor rendimento e coletivo do Pinhalnovense que veio a obter mais dois golos com algum consentimento da nossa parte. Dos 4 remates realizados (dois na marcação de livres diretos) dois poderiam ter dado golo mas o que é um facto é que chegámos menos vezes com perigo junto da área e baliza adversárias. Jogaram os 18 elementos presentes.
Em conclusão, vitória justa da equipa mais forte. A defesa em linha e as transições ofensivas e defensivas estiveram abaixo do que sabemos e conseguimos fazer. A marcação individual ao capitão adversário (experiência realizada pela primeira vez) correu razoavelmente bem pois a sua influência no jogo ofensivo adversário foi reduzida.Avaliação colectiva: Rendimento técnico-táctico: 3,1 (1-5); Rendimento físico: 3,8 (1-5); Disciplina e Espírito Desportivo: 8 (1-10); Média da equipa: 14,9; Melhor jogador: Ricardo Ferreira.
No próximo domingo, dia 2, receberemos em Palmela o Alcochetense, às 11 horas.
O Treinador: Eduardo Pereira
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Com quatro jogadores novos na segunda parte manteve-se a estratégia e o sistema tático, apesar de alguns jogadores terem trocado de posições, com o objetivo de melhorar a qualidade do nosso jogo, aumentar o ritmo e velocidade e aumentar a eficácia na finalização. A equipa correspondeu bastante bem e realizou nestes segundos 35 minutos uma excelente exibição rematando por 9 vezes (dois dos quais aos postes) e obtendo 7 golos. O nosso guarda-redes não realizou qualquer defesa em todo o jogo e na segunda parte apenas tocou a bola com os pés. Jogaram os 18 jogadores presentes.
Em resumo a equipa efectuou a melhor exibição da época, soube jogar em equipa e marcar golos bonitos por oito jogadores diferentes. A atitude defensiva foi, também, exemplar.
Ao intervalo efetuámos três substituições (já havia entrado um outro jogador aos 28 minutos) mas uma foi forçada por lesão do Ruben. O principal objetivo transmitido à equipa foi o de tentar ter mais tempo a bola, circulando-a entre os jogadores para criar mais e melhores situações de ataque. Infelizmente isso não veio a ser conseguido quer porque a equipa adversária esteve mais forte e dominou a maior parte dos duelos a meio-campo, quer porque a nossa equipa não conseguiu efetuar adequadas transições ofensivas perdendo muitas bolas antes de chegar ao terço ofensivo. Deste modo, perante a nossa incapacidade no ataque (apenas realizámos 4 remates) houve necessidade de chamar a atenção para o aumento da agressividade competitiva no meio-campo e setor da defesa para impedir que os Pelezinhos concretizassem o que, felizmente, foi conseguido. Jogaram os 18 elementos presentes.
Em conclusão, resultado justo apesar da predominância ofensiva da equipa adversária na segunda parte mas sem grandes oportunidades de golo. A defesa em linha foi o aspeto do nosso jogo coletivo que esteve em melhor plano apesar de alguns jogadores não “atacarem” adequadamente a bola e deixarem-na bater à sua frente. A nossa exibição foi pouco melhor do que sofrível.
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