Participaram neste jogo os seguintes 17 jogadores (o Ruben faltou por doença): António, Dani, Diogo Araújo, Gustavo, João Madeira, João Morais, João Ramos, João Rodrigues, Luís Gaspar, Martim, Nuno, Ricardo Ferreira, Ricardo Silva, Rodrigo Pereira, Tiago Moço, Valter Martins e Vasco.
Apesar do frio (só para o público) esteve uma linda manhã de sol e o pelado apresentou-se em estado razoável. Preparámos bem este jogo contra um adversário aguerrido realçando as particularidades do seu jogo na condição de visitado e a reduzida largura do campo (cerca de 45 metros). Foi das melhores primeiras partes que realizámos neste campeonato (ao invés do que sucedera uma semana antes). O nosso sistema tático em GR-3-5-2 funcionou bastante bem e apresentou-se seguro sem arriscar muito na defesa em linha, apesar das dificuldades colocadas pelos dois principais jogadores adversários, os seus dois extremos, o que nos obrigou a uma troca de posição entre dois jogadores para dar mais consistência ao trio de defensores. Fomos bastante eficazes com golos aos 2, 12 e 28 minutos e dispusemos de mais três remates para golo. Os Amarelos também nos criaram algumas dificuldades no setor defensivo mas só conseguiram concretizar por uma vez. .jpg)
Ao intervalo efetuámos três substituições (já havia entrado um outro jogador aos 23 minutos) com o objetivo de garantir a superioridade nos corredores laterais e aumentar a velocidade nas transições ofensivas e defensivas e de tentar segurar o previsível ímpeto inicial da equipa adversária que iria jogar a favor do vento. Nos primeiros dez minutos tivemos dificuldades em manter o jogo afastado do nosso setor defensivo e o adversário quase concretizou num pontapé de canto e na sequência de alguns ressaltos e jogadas algo confusas pelo corredor central. Entretanto, os nossos médios com o apoio pontual dos avançados conseguiram segurar melhor a bola e fazer repartir mais o jogo por ambos os meios-campos. Passámos a chegar também à área e baliza adversárias, a conquistar cantos e livres no setor intermediário que levaram amiúde o perigo à baliza dos Amarelos. Dos quatro remates neste segundo tempo um foi ao poste e outro foi defendido por um defesa sobre a linha de baliza, ambos na sequência de bons ataques rápidos, tal como o nosso quarto golo obtido aos 66 minutos. Jogaram os 17 elementos presentes.
Em conclusão, vitória da melhor equipa realçando-se a boa eficácia na finalização e mais um golo obtido na marcação de um livre direto (o primeiro do jogo). A defesa em linha esteve bem e também se verificaram algumas boas transições ofensivas e defensivas sendo estas fundamentais para a correta interpretação do sistema tático em utilização há quatro jogos. Devemos melhorar a marcação dos livres no meio-campo ofensivo de modo a evitar o envio quase permanente de bolas para a área adversária.Avaliação colectiva: Rendimento técnico-táctico: 3,5 (1-5); Rendimento físico: 3,9 (1-5); Disciplina e Espírito Desportivo: 7,9 (1-10); Média da equipa: 15,4; Melhor jogador: Luis Gaspar.
No próximo domingo, dia 21, receberemos em Quinta do Anjo o líder Desportivo de Portugal, às 10h30.
O Treinador: Eduardo Pereira
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Antes do jogo o “estágio” da equipa contemplou uma visita a uma das praias e à renovada marginal da Costa da Caparica.
Ao intervalo efetuámos quatro substituições (já havia entrado um outro jogador aos 24 minutos) com o objetivo de tentar a reviravolta no marcador. O nosso meio-campo conseguiu ter mais tempo a bola que os adversários (o que praticamente não havia sucedido nos primeiros 35 minutos), efetuar mais e melhores incursões no terço ofensivo e, com isso, conquistar algumas faltas e cantos que nos proporcionaram um remate ao poste e um “chapéu” ao guarda-redes de um jogador isolado, na sequência de um livre, que falhou o alvo. Entretanto, uma perda de bola no meio-campo originou um contra-ataque ao adversário que concretizou o quarto golo aos 52 minutos. Apesar de nunca termos virado a cara à luta já não tivemos capacidade nem argumentos para inverter o rumo dos acontecimentos apesar de termos ainda desperdiçado outro “chapéu”. Os cinco remates do segundo tempo foram mais perigosos mas sem eficácia. Jogaram os 17 elementos presentes.
Em conclusão, os “Pescadores” mereceram a vitória porque foram melhores não obstante as práticas de anti-jogo e de alguma falta de desportivismo (que os seus responsáveis nunca mostraram vontade de querer por cobro em nome do desportivismo salutar). Não há destaques positivos neste jogo (apenas o golo obtido na marcação de um livre direto) nem nomeação de melhor jogador porque nenhum o mereceu. Ao invés, quase todos os aspetos do jogo correram mal inclusivé a defesa em linha que não esteve tão bem como em outros jogos (houve também mérito da equipa adversária).

Neste momento, que ultrapassámos o meio da época, sinto que foi a opção correcta.
Se por um lado, alguns elementos têm tido a possibilidade de aproveitar mais e melhores oportunidades para aperfeiçoar a sua experiência desportiva, por outro lado os factores de convergência num treino em que a concentração aumenta, têm trazido evoluções muito positivas na grande maioria dos atletas.+(8).jpg)
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Excecionalmente jogámos no domingo à tarde e, novamente, sob más condições atmosféricas (muita chuva e algum vento) que dificultaram a ação dos jogadores, sobretudo porque a bola não rolava adequadamente em alguns locais. Pela segunda vez praticámos o sistema tático GR-3-5-2 e de novo com sucesso pois voltámos a não sofrer qualquer golo e a marcar três (todos na segunda parte). Também o nosso guarda-redes teve pouca atividade comparativamente com o homólogo adversário. O jogo foi mais disputado no meio-campo adversário porque a nossa linha defensiva foi quase sempre muito rápida a posicionar-se adiantadamente e a colocar alguns adversários em posição irregular. Os seis remates realizados na primeira parte não tiveram sucesso mas a nossa vantagem já se justificava ao intervalo porque tivemos mais oportunidades de golo que o Seixal FC.
Na segunda parte entraram mais três jogadores (já havia entrado um outro na primeira parte), manteve-se o sistema táctico e solicitou-se mais qualidade de jogo, em especial no ataque, e mais eficácia nos remates. Com o vento pelas costas empurrámos um pouco mais o Seixal FC para trás e a nova dupla de atacantes reteve melhor a bola e deu mais possibilidade de jogo com os médios e extremos. Concretizámos de cabeça ao terceiro minuto na sequência de um pontapé de canto e mantivemos o controlo do jogo procurando circular a bola no meio-campo adversário. Dez minutos volvidos ampliámos para dois a zero numa rápida jogada individual pela direita e aí percebeu-se que a equipa adversária já não conseguiria alcançar-nos pois não era eficaz na ultrapassagem da nossa linha defensiva e praticamente só criou algum perigo na sequência de pontapés de canto e livres laterais mas sem conseguir rematar. Ao invés a nossa equipa soube realizar alguns bons ataques rápidos e criar mais perigo nas imediações da grande área adversária. Rematámos apenas por quatro ocasiões mas em duas poderíamos ter marcado. O terceiro e último golo, obtido aos 67 minutos, resultou de um rápido e longo pontapé do guarda-redes que isolou um avançado que com um bonito e longo “chapéu” concretizou a cerca de 30 metros da baliza. Jogaram os 18 elementos presentes.
Em resumo a equipa efectuou uma exibição positiva, demonstrou ser superior à equipa adversária em todos os capítulos do jogo e voltou a manifestar elevada eficácia com a defesa em linha apesar de ter sido praticada por cinco diferentes jogadores. Registaram-se algumas boas transições ofensivas e uma razoável eficácia na finalização. Menos bem estiveram, por vezes, as marcações no meio-campo e algumas transições defensivas.
A décima-sétima jornada será disputada em 7 de Março na Costa da Caparica.